As florestas altomontanas apresentam mudanças marcantes na composição de espécies ao longo da altitude. Este estudo investigou a diversidade beta filogenética — isto é, a substituição de linhagens entre comunidades — relacionando-a a variações de temperatura e solo.
Os resultados mostram que, à medida que subimos a serra, há maior “agrupamento” de linhagens adaptadas ao frio e ao vento, e uma troca consistente de famílias e gêneros entre as cotas.
Para o Instituto Alto Montana, os achados reforçam a importância de manter parcelas permanentes em diferentes altitudes para monitorar respostas da vegetação às mudanças climáticas e orientar ações de conservação e restauração.
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