O trabalho descreve a estrutura e a composição florística das florestas altomontanas da Serra Fina, evidenciando alta densidade de indivíduos de pequeno porte, dossel baixo e riqueza relativamente menor quando comparada a florestas montanas mais baixas.
A similaridade entre áreas indica processos ecológicos comuns, como influência de neblina frequente, ventos e solos rasos.
Para o Instituto, o estudo é referência para diagnósticos de vegetação, comunicação sobre a fisionomia natural dessas florestas e planejamento de trilhas interpretativas que expliquem ao visitante por que florestas de crista são naturalmente mais baixas e abertas.
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