Post: Phylogenetic beta diversity in an upper montane Atlantic Forest along an altitudinal gradient

Phylogenetic beta diversity in an upper montane Atlantic Forest along an altitudinal gradient

As florestas altomontanas apresentam mudanças marcantes na composição de espécies ao longo da altitude. Este estudo investigou a diversidade beta filogenética — isto é, a substituição de linhagens entre comunidades — relacionando-a a variações de temperatura e solo.

Os resultados mostram que, à medida que subimos a serra, há maior “agrupamento” de linhagens adaptadas ao frio e ao vento, e uma troca consistente de famílias e gêneros entre as cotas.

Para o Instituto Alto Montana, os achados reforçam a importância de manter parcelas permanentes em diferentes altitudes para monitorar respostas da vegetação às mudanças climáticas e orientar ações de conservação e restauração.

Para ler mais: acesse o artigo na Springer.
https://link.springer.com/article/10.1007/s11258-020-01041-0

Picture of Lora Helmin

Lora Helmin

Excepteur sint occaecat cupidatat non proident, sunt in culpa qui officia deserunt mollit anim id est laborum.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *